O cliente compra na sua vitrine e escolhe pra quem presentear. O voucher chega no e-mail dele com a sua marca — não com a de uma plataforma genérica. Você recebe antes do presenteado pisar no restaurante.
O que tá dentro do vale
O e-mail que o presenteado recebe leva o seu logo, a cor da casa e a mensagem que o comprador escreveu. Quem abre não vê a Desio — vê o seu restaurante.
Você decide se oferece valores fixos (R$100, R$200, R$500) ou deixa o cliente digitar quanto quer presentear. Dá pra programar o envio pra chegar na data certa.
O QR pode ser apresentado na recepção, na mesa ou no fim da refeição. A recepção (ou o garçom) lê e libera; o valor abate na conta na hora, sem código pra digitar nem planilha pra cruzar. A visita fica registrada no histórico do cliente.
Você define até quando vale, em que dias pode ser usado, se trava em feriado ou em datas cheias. As regras seguem o que faz sentido pro seu salão — não o que a plataforma decidiu.
Quando o vale-presente faz sentido
Empresa querendo agradar a equipe no fim do ano, RH pensando em brinde de contratação, agência precisando presentear cliente. São compras grandes, com ticket alto e nota fiscal — e o resgate cai espalhado pelos meses seguintes.
Dia das Mães, Natal, aniversário, formatura. É quando aparece muito "não sei o que dar", e o vale-presente é a saída fácil. Você capta essa intenção sem precisar fazer campanha.
Atendimento atrasou, prato veio errado, reserva sumiu. Em vez de só pedir desculpa, você manda um vale com uma mensagem da casa. O cliente sai com a sensação de que foi ouvido — e ainda tem um motivo pra voltar.
Dúvidas frequentes
A cobrança passa pelo gateway da Desio e o valor cai na sua conta no fluxo normal de repasse. No plano Free, ficamos com 10% sobre cada venda. No Pro e no Business, você paga só a tarifa de cartão — sem comissão sobre o valor da venda.
Não precisa. Ele recebe o e-mail com um QR. Na visita, mostra o QR e a recepção (ou o garçom) libera.
Dá. Você pode bloquear finais de semana, feriados específicos, exigir valor mínimo de consumo ou impedir o uso em datas cheias. As regras ficam coladas no voucher — quem tenta resgatar fora delas vê o motivo na hora.
O que sobrou fica como saldo na conta dele. Ele acompanha pela Área do Cliente; você vê o histórico no CRM, vinculado ao mesmo perfil. Se voltar, o saldo já tá lá esperando.
Pra emitir, não. O custo aparece só quando alguém compra. No Free, ficamos com 10% da venda; no Pro (R$199/mês) e no Business (R$349/mês), você paga a mensalidade mais a tarifa de cartão — e fica com o resto.
Outras portas do mesmo motor
Saldo prepago com bonus visível: R$100 vira R$120. Cliente volta pra usar — recorrência implícita.
Menu degustação, jantar harmonizado, chef table, kit, evento — empacotados como voucher de data fixa ou aberta.
Calendário, capacidade, confirmação automática, lembrete por WhatsApp. Sinal opcional pra travar no-show (Business).
NPS pós-visita coleta nota. Avaliação positiva redireciona pro Google; negativa fica interna pra você responder.
Próximo passo
Free pra começar, sem mensalidade. Você paga só quando o cliente compra. Sem fidelidade, sem carência — cancela quando quiser.